Descolamento de placenta: o que é, o que causa e porque inspira tantos cuidados. 26/06/2018 Pitibebê

O descolamento de placenta gera muitas preocupações entre as futuras mamães. Por isso, preparamos um conteúdo esclarecedor sobre o assunto. Acompanhe!

O descolamento de placenta é um problema comum entre as grávidas, e também um dos que mais preocupa. Dependendo da gravidade, a situação inspira cuidados redobrados e repouso quase absoluto. Apesar da preocupação e o acesso às informações, o assunto ainda gera dúvidas.

Para esclarecer as dúvidas das futuras mamães, preparamos um conteúdo rico em informações muito importantes sobre o descolamento de placenta. Continue a leitura!

O que é descolamento de placenta

Antes de falar sobre o descolamento de placenta, precisamos esclarecer o que é este órgão: durante a gravidez, forma-se um órgão redondo e achatado com a função de nutrir e fornecer o oxigênio ao feto. Esse órgão se chama placenta.

O descolamento de placenta é um problema que pode acontecer na gestação. Quando há o descolamento, a placenta se separa mais cedo da parede do útero. Se não ocorre este problema, a placenta se mantém firme e ligada à parede interna do útero até depois do nascimento do bebê.

Causas

As causas para o descolamento de placenta ainda não são oficiais. Acredita-se que estejam relacionadas à hipertensão durante a gravidez. Há quem faça a ligação das causas com traumas ou lesões no abdômen, principalmente em decorrência de acidentes (de carro, quedas, etc).

Os riscos mais comuns envolvem os seguintes fatores:

  • Pressão arterial elevada;
  • Fumar durante a gestação;
  • Episódio anterior de descolamento da placenta;
  • Idade materna: mais comum depois dos 40 anos.

Sintomas

Os sintomas de descolamento de placenta mais comuns são:

  • Sangramento vaginal;
  • Dor nas costas;
  • Dor abdominal;
  • Amadurecimento uterino precoce (Distócia funcional);
  • Contrações uterinas rápidas.

Existem outros casos em que o descolamento de placenta se desenvolve de forma lenta. Se isso acontecer, é comum a mulher notar um sangramento vaginal intermitente. Neste caso, o bebê pode não crescer tão rapidamente quanto o esperado, e a mamãe pode ter o líquido amniótico reduzido, além de outras complicações.

Diagnóstico do descolamento de placenta

Como todos os aspectos durante a gravidez que precisam de investigação mais apurada, o descolamento de placenta será diagnosticado através de exames clínicos:

  • Ultrassonografia abdominal;
  • Hemograma completo;
  • Monitoramento fetal;
  • Exame pélvico;
  • Nível de fibrinogênio;
  • Tempo parcial de tromboplastina;
  • Ultrassonografia vaginal;
  • Tempo de protrombina.

Tratamento

Embora seja mais comum acontecer no terceiro trimestre da gestação, o descolamento de placenta pode aparecer depois de 20 semanas. Existem ainda os casos em que o descolamento acontece antes mesmo de 20 semanas. Para cada uma das situações citadas, há procedimentos diferenciados.

Em caso de descolamento de placenta próximo à data prevista do parto, ele terá de ser adiantado por meio de cesariana. Essa medida previne que a placenta se solte ainda mais de sua posição natural. Já para os casos em que o descolamento é pequeno e o bebê prematuro, é comum que o médico espere um pouco mais para realizar o parto e faça um acompanhamento rigoroso. Muitas vezes, um repouso em casa poderá ser o suficiente para evitar complicações.

De qualquer maneira, é provável que o médico recomende repouso, uso de progesterona vaginal e a abstinência sexual. Seguindo as orientações, a gestante tem grandes chances de eliminar o problema do descolamento de placenta e os perigos para ela mesma e o feto.

Então, o que você achou do conteúdo de hoje sobre o deslocamento de placenta? Ele foi enriquecedor para você? Conte para a gente nos comentários agora mesmo! 

Categoria: Gravidez
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