O que é e quais os sintomas de pré-eclâmpsia 03/07/2018 Pitibebê

Você sabe o que é pré-eclâmpsia? Deveria saber! Os sintomas de pré-eclâmpsia podem revelar graves problemas durante a gravidez. Leia o texto!

A pré-eclâmpsia é assunto sério! Causada pela pressão alta em mulheres grávidas, ela pode ser leve ou bem grave. Além da pressão arterial elevada, é comum que os sintomas de pré-eclâmpsia envolvam o excesso de proteína na urina, edema e inchaço do corpo.

Para que você continue bem informada e atenta ao bom andamento da gravidez, pedimos que continue a leitura até o final deste conteúdo. Vamos abordar o que é a doença e quais são os sintomas de pré-eclâmpsia.

O que é pré-eclampsia?

A pré-eclâmpsia é uma complicação que pode acontecer durante a gravidez. Sua ocorrência, acreditam especialistas, se dá devido a problemas no desenvolvimento dos vasos sanguíneos da placenta. Esses problemas podem levar à espasmos nos vasos sanguíneos, alterações na capacidade de coagulação do sangue e até mesmo à diminuição da circulação sanguínea.

O surgimento da pré-eclâmpsia pode se dar a qualquer momento depois da 20ª semana de gestação. Seu desaparecimento costuma acontecer até 12 semanas após o parto.

Existem dois tipos de pré-eclâmpsia: leve e grave. Obviamente, a pré-eclâmpsia grave é a mais preocupante. Sua evolução pode levar à eclâmpsia, aumentando as chances de resultados irreversíveis.

Quais são os sintomas de pré-eclâmpsia leve?

O sintomas de pré-eclâmpsia leve são:

  • Presença de proteínas na urina;
  • Pressão arterial igual a 140 x 90 mmHg;
  • Ganho repentino de peso.

Quais são os sintomas de pré-eclâmpsia grave?

Além dos sintomas de pré-eclâmpsia típicos (inchaço e ganho de peso), existem estes da lista abaixo:

  • Pressão arterial superior a 160 x 110 mmHg;
  • Dor no lado direito do abdômen;
  • Dor de cabeça forte e constante;
  • Alterações na visão, como visão embaçada ou escurecida;
  • Sensação de ardência no estômago;
  • Diminuição da quantidade de urina e da vontade de urinar;

Quais são as causas?

Como as causas da pré-eclâmpsia não são completamente definidas, os especialistas acreditam que ela tenha início na placenta, órgão que é responsável pela nutrição do feto durante a gravidez.

No começo da gestação, novos vasos sanguíneos se desenvolvem e evoluem para enviar o sangue para placenta. Nos casos de mulheres com pré-eclâmpsia, estes vasos não se desenvolvem de forma adequada. Seus formatos são mais estreitos do que os vasos normais e reagem de forma diferente à sinalização hormonal. O resultado é a limitação da quantidade de sangue que flui por meio dos vasos mais estreitos.

Além disso, as prováveis causas da pré-eclâmpsia podem ser:

  • Fluxo sanguíneo insuficiente para o útero;
  • Certos genes;
  • Um problema com o sistema imunológico;
  • Danos aos vasos sanguíneos;
  • Outros distúrbios de pressão arterial elevada durante a gravidez.

Pré-eclâmpsia após o parto

A pré-eclâmpsia pode continuar após o parto. No caso da mulher sentir os sintomas durante os três primeiros meses depois do nascimento do seu filho, ela deve procurar o médico imediatamente. Pode ser que o tratamento tenha que continuar.

O sintomas de pré-eclâmpsia após o parto podem ser os seguintes:

  • Pressão arterial superior a 140 x 90 mmHg;
  • Enjoos;
  • Vômitos;
  • Dores de cabeça fortes e constantes;
  • Alterações na visão;

O mais comum é que a pré-eclâmpsia normalize após o parto e os sintomas desapareçam. Caso contrário, você já sabe que deve procurar o médico.

Existem fatores de risco?

Sim, existem alguns fatores de riscos para a pré-eclâmpsia. São eles:

  • Histórico familiar de pré-eclâmpsia;
  • Primeira gravidez;
  • Nova paternidade (novo parceiro);
  • Idade acima de 35 anos;
  • Gravidez múltipla;
  • Intervalo acima de 10 anos entre uma gestação e outra.

O que pode acontecer?

Como a evolução da pré-eclâmpsia é, em boa parte do casos, imprevisível, torna-se indispensável que a gestante faça o pré-natal de forma adequada. Se não diagnosticar ou tratar de forma correta, pode causar até a morte da mãe e do bebê.

Então, em caso de sintomas de pré-eclâmpsia, a futura mamãe deve informá-los imediatamente ao seu médico.

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Categoria: Gravidez

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